A tecnologia no quesito segurança tem evoluído bastante nos últimos tempos. São diversas soluções de segurança eletrônicas, e sem dúvidas, a variedade de tipos de controle de acesso são grandes inovações no setor. São tantas opções que fica fácil se perder, e ainda mais difícil escolher uma.

O controle de acesso é uma das principais maneiras para garantir a segurança de um local, seja ele uma casa, condomínio, edifício empresarial, um clube ou qualquer outro ambiente que se tenha a necessidade controlar o acesso das pessoas. Quando a segurança é ineficiente, todas as pessoas, profissionais e bens materiais ali presentes estão em perigo.

Além de investir em monitoramento com imagens, sistemas de alarme e equipamentos de segurança, é fundamental adotar tipos de controle de acesso específicos para cada cliente, negócio e até mesmo ambiente. Gerenciar quem entra e quem sai de um lugar (a pé ou por veículo) ajuda a tornar esse controle mais eficiente, proporcionando assim muito mais segurança para as pessoas.

Se você mora ou trabalha em um estabelecimento que usufrui destes serviços já está mais familiarizado com algum dos sistemas de controle de acesso presentes no mercado. Esses sistemas possibilitam a identificação e o controle de entrada e saída das pessoas no geral, podendo variar entre um reconhecimento mais simples, através de senhas, ou por algo mais aprimorado, como leitores biométrico, faciais ou até mesmo sistemas de controle de temperatura.

Até aqui você já pôde entender o quão importante é o controle de acesso. Mas com certeza ainda lhe restam muitas dúvidas, afinal, quais são os tipos de controle de acesso existentes, as diferenças entre eles e qual é mais recomendável para cada estabelecimento?

Responderemos a tudo isso a seguir.

 

Quais são os tipos de controle de acesso?

Em geral, a confirmação da autorização para o controle de acesso acontece com 3 recursos:

Algo físico e único a respeito da pessoa: Seria algum recurso biométrico, como a impressão digital, íris, assinatura da retina, comando de voz ou características faciais. Para isso, é realizado um cadastro das pessoas que terão acesso autorizado. O nível de segurança é bastante alto, praticamente eliminando as possibilidades de falsificações e acessos indesejados.

Algo que a pessoa possui: Como um cartão de identificação ou token, que não podem ser falsificados facilmente. É um cartão ou tag com chip, código de barras ou magnético, que funciona como uma espécie de credencial do usuário, possibilitando ao sistema identificá-lo e liberá-lo de acordo com as restrições estabelecidas pela própria empresa. A liberação é feita por meio da aproximação ou introdução do cartão ou da tag a um leitor.

Algo que o indivíduo sabe: Um código de acesso ou senha. É uma tecnologia de fácil uso, o que faz o acesso por parte do usuário mais ágil. Através da digitação de uma combinação numérica ou de letras que é liberado ou não a entrada de alguém, modelo de sistemas mais simples e que requerem níveis mais baixos de segurança, já que a senha pode ser facilmente compartilhada. É uma forma de controle de acesso de baixo custo, pois não exige grandes recursos tecnológicos para sua aplicação.

Todos os tipos de controle de acesso serão mais eficientes do que as velhas chaves. Já pensou ter uma empresa e a cada vez que você desligue um colaborador, precise trocar os miolos de fechadura, por medo de que essa pessoa tenha realizado uma cópia da chave?

Outra forma de controle de acesso é através das portarias remotas, sendo uma grande aliada para segurança e redução de custos, seja para a central ou para o cliente final, já que a tecnologia fará boa parte do trabalho. As portarias remotas estão divididas em três modelos:

Portaria Remota: Realiza o controle de acesso remoto do condomínio por meio de uma central de monitoramento, onde o processo de liberação e autorização das pessoas é feito por meio de um software de monitoramento. Como os controladores estão em uma central remota, os riscos relacionados às falhas humanas nas portarias convencionais diminuem.

Os dados, imagens e informações são armazenados e disponibilizados para o responsável pela gestão. Assim, ele terá um relatório completo com o fluxo de acesso do estabelecimento.

Portaria Autônoma: O visitante chega até o edifício e utiliza o interfone já instalado para chamar o apartamento desejado, após isso, uma chamada será enviada para o aplicativo do condômino e então, ele consegue visualizar por uma chamada de vídeo, quem está chamando, podendo assim ele mesmo autorizar ou não o acesso do visitante. Agora, caso ninguém atenda o evento gerado pelo interfone, a chamada é encaminhada para a central de monitoramento através de um transbordo.

Uma outra característica importante nesse modelo de negócio é a funcionalidade de chave virtual, uma espécie de convite para o visitante.

Portaria Híbrida: Muitos edifícios não querem adotar uma portaria totalmente remota, pois ainda há certa resistência dos usuários à total dependência da tecnologia. Com a portaria híbrida, além do atendimento remoto, um profissional é mantido no edifício nos períodos de maior movimentação ou até mesmo durante horários comerciais, para caso de edifícios empresariais e clubes. Cabe à administração do edifício decidir quando cada um dos modelos de portaria será utilizado, já que com a soluções SIAM essa troca de modelo de portaria é simples, rápida e prática de realizar.

Sendo assim, caso seja necessário é possível fazer uma escala em períodos, por exemplo. durante o dia, os porteiros físicos estão presentes, e à noite, na troca de porteiros ou em caso de faltas, a portaria remota assume a responsabilidade. Tudo de acordo com a necessidade do local ou até mesmo do momento, de forma pontual.

 

Como saber qual é o mais recomendável para cada cliente?

Apesar de todos os tipos de controle de acesso poderem ser usados em qualquer ambiente, levando em consideração que cada um tem um custo, função e níveis de segurança diferente dos outros, existem modelos mais adequados para ambiente específicos. Por isso a importância de entender as necessidades de cada usuário.

Levante as características de cada projeto, de cada cliente, bem como qual o maior objetivo do seu cliente, se é redução de custos, aumento de segurança, se é exigido portaria humana durante determinados horários, valor para investimento, dentre outros pontos relevantes para a tomada de decisão.

E lembre-se, o controle de acesso não é apenas para segurança e redução de custos, mas também para uma melhor gestão para ambientes com grande fluxo de pessoas e veículos.

Esperamos ter ajudado você a entender quais os modelos de controle de acesso disponíveis no mercado, os três tipos de portarias e qual escolher.

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